A vida é mesmo engraçada. As pessoas não tem o controle da própria vida e querem controlar a vida dos outros. Querem entrar na sua vida, sem pedir licença, impondo sua presença. Encontram a porta aberta, e se acham no direito de invadir, sem ao menos bater na porta com antecedência.
Minha porta está sempre aberta, mas tem um radar que é bastante seletivo. Podem até entrar, mas, sentar na sala e tomar um café, não, não sentam...No segundo passo, eu já percebo se pode seguir a diante ou não. E assim como a porta estava com passagem livre para entrar, tem passagem livre pra sair. Na mesma transparência que recebo as pessoas na minha vida, peço para que saiam. Só entra e fica, pessoas bem resolvidas, verdadeiras consigo mesmas, pessoas que tenham nos seus hábitos diários palavras como limite e respeito ao próximo e a si próprio. Limite no que dizem, como dizem, quando dizem e acima de tudo porque dizem. Até mesmo porque só percebemos e apontamos no outro, aquilo que está latente em nós mesmos! Mas, vivemos um eterno medo de olharmos para dentro de nós e nos decepcionarmos. E nessa auto-negação é que tentamos afirmar a vida do próximo. Grandes são aqueles que olham pra dentro si e viajam no pior e no melhor que encontram ali. Auto-conhecimento é o x da questão. E quem não conhece a si próprio, jamais vai conhecer o outro.
Liberdade de expressão todos nós temos, mas, sabedoria para usa-la, só alguns, e direito para interferir na vida do outro, ninguém tem. Se todos cuidarem das próprias vidas, e souberem o que é bom pra si próprio, já basta para que os relacionamentos humanos se tornem MUITO mais saudáveis. A vida seria mais leve e interessante de ser compartilhada.
A palavra é uma arma, e pode servir como tiro fatal em algo que poderia ser legal!
Pessoas mentalmente saudáveis e que fazem bom uso do seu dom de comunicação entram na minha vida, são super bem vindas, sentam no meu sofá, bebem do meu café, e até deitam na minha cama. Mas, tudo com muito respeito e muito bem conquistado.
Eu posso ATÉ não saber o que quero pra mim. MAS, tenho certeza do que NÃO quero.
Minha porta está sempre aberta, mas tem um radar que é bastante seletivo. Podem até entrar, mas, sentar na sala e tomar um café, não, não sentam...No segundo passo, eu já percebo se pode seguir a diante ou não. E assim como a porta estava com passagem livre para entrar, tem passagem livre pra sair. Na mesma transparência que recebo as pessoas na minha vida, peço para que saiam. Só entra e fica, pessoas bem resolvidas, verdadeiras consigo mesmas, pessoas que tenham nos seus hábitos diários palavras como limite e respeito ao próximo e a si próprio. Limite no que dizem, como dizem, quando dizem e acima de tudo porque dizem. Até mesmo porque só percebemos e apontamos no outro, aquilo que está latente em nós mesmos! Mas, vivemos um eterno medo de olharmos para dentro de nós e nos decepcionarmos. E nessa auto-negação é que tentamos afirmar a vida do próximo. Grandes são aqueles que olham pra dentro si e viajam no pior e no melhor que encontram ali. Auto-conhecimento é o x da questão. E quem não conhece a si próprio, jamais vai conhecer o outro.
Liberdade de expressão todos nós temos, mas, sabedoria para usa-la, só alguns, e direito para interferir na vida do outro, ninguém tem. Se todos cuidarem das próprias vidas, e souberem o que é bom pra si próprio, já basta para que os relacionamentos humanos se tornem MUITO mais saudáveis. A vida seria mais leve e interessante de ser compartilhada.
A palavra é uma arma, e pode servir como tiro fatal em algo que poderia ser legal!
Pessoas mentalmente saudáveis e que fazem bom uso do seu dom de comunicação entram na minha vida, são super bem vindas, sentam no meu sofá, bebem do meu café, e até deitam na minha cama. Mas, tudo com muito respeito e muito bem conquistado.
Eu posso ATÉ não saber o que quero pra mim. MAS, tenho certeza do que NÃO quero.




1 comentários:
Ameii Cah!!..
Faltou Limite..!!!
Beijossss ... adoro!
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