
Bom, já que estão todos os blogueiros amigos ( que não comentam sobre bbb) se rendendo ao jogo da vida, e palpitando sobre ele, aqui vou eu, que declaradamente gosto do programa.
Ao começar essa edição do programa, com o meu jeito assumido de ser, já fui logo avisando: vocês vão perder a amiga pro BBB, sou fã do programa e me divirto muito com ele, então meus horários vagos serão do BBB, e fui la e comprei o pacote da globo.com.
Algumas críticas, algumas risadas, alguns entendimentos, e és que o programa chega ao meio da sua edição e o assunto é o mesmo em qualquer grupo: trabalho, mesa de bar, família.... Muitos estão criticando o formato dessa edição, muitos estão elogiando, e muitos se surpreenderam ao se perceberem “viciados” no enredo desse bbb.
Estou gostando muito desta edição, mas, apesar de ter os meus preferidos, confesso, que nenhum participante realmente me chamou toda essa atenção. Tem pessoas interessantes sim la dentro, e tinha TUDO pra ser um jogo interessante. Um jogo, que faz jus ao seu título de jogo da vida: Pessoas prontas para usar suas estratégias, a separar a emoção da razão, a jogar sem perder valores, pessoas que ostentam aquilo que tem, pessoas e pessoas, aparentemente do bem, aparentemente do mal, nem 100% do bem, nem 100% do mal, apenas pessoas, especialmente pessoas.
Pessoas tendo que lidar com suas fraquezas e fortalezas, se salvando ou pelo carisma, ou pela inteligência ou pelo jeito engraçado de ser, ou até mesmo pela sorte de com quem vai ao paredão. Pessoas que erram humanamente demais, com características fortes: ciúmes demais, racionalidade demais, sensualidade demais, futilidade demais, persuasão demais. Poucas máscaras, algumas usam elas pela experiência de vida, alias, até experiência demais tem nesse bbb. Mas, tudo que é humano demais, é verdadeiro demais e acima de tudo interessante demais.
Nessa edição as pessoas mais ponderadas, aparentemente mais equilibradas e maduras, se apagaram, com a luz de tantas características fortes e marcantes dos colegas de confinamento. O certinho demais nesse jogo, não tem espaço, não trás ação pro jogo.
Esse bbb eh loucura demais, e quando tudo parece estar bem definido, o Big God lança mais uma de suas sacadas para confundir quem está lá dentro e quem está aqui fora.
E assim o jogo segue imprevisívelmente previsível, tentando lançar um novo tipo de casal, vovó e netinha, que vem ganhando espaço pelas circunstâncias, porque apesar do público BBB ter mudado no seu modo de julgar, a grande maioria ainda defende o suposto perseguido. O que se faz de coitadinho, de injustiçado...
E viva o povo brasileiro, querendo fazer justiça num país de injustiçados. É um tanto irônico. Mas, não vou fazer nenhuma metáfora entre BBB e política não, já tem muito blábláblá sobre isso, e essa é a realidade brasileira. E somos felizes mesmo assim.
Querem saber minha torcida para o paredão de hoje? RS
Não conto...Não ficaram mais viciadas que eu? Hahaha
Fica para um próximo post, caso eu volte a falar sobre o BBB.
Ao começar essa edição do programa, com o meu jeito assumido de ser, já fui logo avisando: vocês vão perder a amiga pro BBB, sou fã do programa e me divirto muito com ele, então meus horários vagos serão do BBB, e fui la e comprei o pacote da globo.com.
Algumas críticas, algumas risadas, alguns entendimentos, e és que o programa chega ao meio da sua edição e o assunto é o mesmo em qualquer grupo: trabalho, mesa de bar, família.... Muitos estão criticando o formato dessa edição, muitos estão elogiando, e muitos se surpreenderam ao se perceberem “viciados” no enredo desse bbb.
Estou gostando muito desta edição, mas, apesar de ter os meus preferidos, confesso, que nenhum participante realmente me chamou toda essa atenção. Tem pessoas interessantes sim la dentro, e tinha TUDO pra ser um jogo interessante. Um jogo, que faz jus ao seu título de jogo da vida: Pessoas prontas para usar suas estratégias, a separar a emoção da razão, a jogar sem perder valores, pessoas que ostentam aquilo que tem, pessoas e pessoas, aparentemente do bem, aparentemente do mal, nem 100% do bem, nem 100% do mal, apenas pessoas, especialmente pessoas.
Pessoas tendo que lidar com suas fraquezas e fortalezas, se salvando ou pelo carisma, ou pela inteligência ou pelo jeito engraçado de ser, ou até mesmo pela sorte de com quem vai ao paredão. Pessoas que erram humanamente demais, com características fortes: ciúmes demais, racionalidade demais, sensualidade demais, futilidade demais, persuasão demais. Poucas máscaras, algumas usam elas pela experiência de vida, alias, até experiência demais tem nesse bbb. Mas, tudo que é humano demais, é verdadeiro demais e acima de tudo interessante demais.
Nessa edição as pessoas mais ponderadas, aparentemente mais equilibradas e maduras, se apagaram, com a luz de tantas características fortes e marcantes dos colegas de confinamento. O certinho demais nesse jogo, não tem espaço, não trás ação pro jogo.
Esse bbb eh loucura demais, e quando tudo parece estar bem definido, o Big God lança mais uma de suas sacadas para confundir quem está lá dentro e quem está aqui fora.
E assim o jogo segue imprevisívelmente previsível, tentando lançar um novo tipo de casal, vovó e netinha, que vem ganhando espaço pelas circunstâncias, porque apesar do público BBB ter mudado no seu modo de julgar, a grande maioria ainda defende o suposto perseguido. O que se faz de coitadinho, de injustiçado...
E viva o povo brasileiro, querendo fazer justiça num país de injustiçados. É um tanto irônico. Mas, não vou fazer nenhuma metáfora entre BBB e política não, já tem muito blábláblá sobre isso, e essa é a realidade brasileira. E somos felizes mesmo assim.
Querem saber minha torcida para o paredão de hoje? RS
Não conto...Não ficaram mais viciadas que eu? Hahaha
Fica para um próximo post, caso eu volte a falar sobre o BBB.




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